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"Os prazeres humanos valem mais: é melhor ser um humano insatisfeito do que um porco satisfeito."
Utilitarismo: o princípio
Maximizar o bem-estar e minimizar o sofrimento de todos os afetados, contando o interesse de cada um igualmente.
Por que excluir os animais contradiz o princípio
- Bentham, um dos fundadores do utilitarismo, já dizia que a pergunta não é se os animais podem raciocinar, mas se podem sofrer. Excluí-los contradiz a própria teoria.
- A frase de Mill compara tipos de prazer, mas não zera o sofrimento animal. Mesmo que prazeres intelectuais valessem mais, a dor de um animal continuaria contando (A16, A22).
- A escala muda a conta: dezenas de bilhões de animais terrestres e trilhões de peixes por ano.
A melhor réplica
A versão mais séria admite que os animais contam, mas diz que uma criação com boa vida e morte sem dor poderia ser justificada no cálculo, porque traz animais felizes à existência (B6).
Veja também
E13 Defender os animais é coisa de utilitaristaA22 Humanos sofrem mais que os animaisB6 Sem a criação, esses animais nem existiriam.